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| Eles fizeram concurso há dois anos, estão formados e prontos para trabalhar. Sem nomeação, ato exclusivo da governadora Yeda Crusius, descobriram o desemprego. São 253 colegas que poderiam minorar nossas imensas carências de efetivo. Cerca de 10% deles, notadamente os que têm residência em Porto Alegre, estiveram hoje na Ugeirm. Pontuam que, para fazer o curso da Acadepol, que exige dedicação integral, tiveram que deixar seus empregos. São vítimas do novo jeito de governar. |
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| Por unanimidade dos deputados que se mantiveram em plenário, as propostas de tarifaço (PL 389) e da Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual (PL 390) foram rejeitadas pela Assembléia Legislativa à tarde de quarta-feira, dia 14. A estratégia do governo de tentar esvaziar a sessão para não dar quórum revelou-se um desastre. O placar foi de 34 a 0 para a elevação das alíquotas de ICMS. A LRFE foi derrotada por 31 a 0. Às 16h15, o placar registrou a vitória da sociedade e dos servidores públicos. Foi uma prova contundente de que mentira tem perna curta. Na foto, o diretor de Comunicação da Ugeirm, Cládio Abel Wohlfahrt, discursa em defesa dos servidores ao lado de sindicalistas de outras categorias. |
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| Se você não protestar agora, o teu futuro estará comprometido. O projeto de Yeda que acaba com nossos direitos entra na pauta nesta quarta-feira, dia 14. A governadora não vai recuar, como se especulou por aí. Como não houve a retirada do pacote para “negociar”, o governo, decerto, fez as contas e confia na aprovação. É hora de gritarmos contra a aprovação do PL 390 que congela salários, promoções, nomeações, triênios. Nesta quarta a partir das 13:30 horas vá pra frente da Assembléia Legislativa. |
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| Na semana passada (5/12), a deputada federal Luciana Genro (Psol/RS) ocupou a tribuna da Câmara dos Deputados para denunciar a situação dos novos escrivães. Como se sabe, são 253 agentes que fazem muita falta nas delegacias gaúchas, mas estão desempregados desde 6 de novembro, quando se formaram. A parlamentar acusa omissões e alegações "inaceitáveis" do governo estadual. Confira a íntegra do pronunciamento aqui. |
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| O pacote que a governadora encaminhou à Assembléia Legislativa é mais conhecido pelo tarifaço nas contas de luz, telefone, combustíveis. Sem dúvida, é uma facada no bolso da sociedade em geral. Há, todavia, uma perversidade específica para os servidores públicos. Vendida com o simpático nome de "Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual", a idéia é muito elogiada pelos empresários e pela mídia amiga. Na prática, a projeto de lei n° 390 constrange promoções, nomeações, horas-extras, reajustes salariais e outras despesas com pessoal, inclusive os triênios. Até a revisão anual dos salários, prevista no artigo 37 da Constituição Federal, não poderá ser aplicada no Rio Grande do Sul caso a LRFE seja aprovada. Se nem a Constituição pode contra Yeda, quem poderá? |
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| Em decisão proferida pela 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, a Ugeirm derrubou o parecer 14.608 da Procuradoria Geral do Estado. Amparado no entendimento da PGE, a governadora Yeda Crusius passou, em 2007, a constranger ainda mais o direito de aposentadoria dos policiais. Confundia-se, de modo equivocado, "classe" com "cargo". Os desembargadores acolheram o pleito do sindicato, que demonstrou que o policial que muda de classe porque foi promovido permanece no mesmo cargo. Essa é a primeira vitória da nova banca contratada pelo sindicato, do advogado Rogério Coelho (e associados), especializada em direito dos servidores públicos. A vitória está garantida a todos os policiais filiados ao sindicato. A luta pela aposentadoria especial, todavia, continua. |
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| Por todo o Rio Grande do Sul, sem exceções, agentes policiais deram uma demonstração de força ao paralisar, praticamente, 100% das repartições. A briga apenas começou e é com a força dos colegas, como em Santa Maria (foto), que a Ugeirm seguirá lutando pelos direitos da categoria. Há um pacote nocivo aos interesses da sociedade gaúcha e aos policiais na Assembléia Legislativa que precisa ser derrotado. Também chegou o momento de valorizar nosso trabalho e começar, com unidade e organização, nossa operação-padrão. |
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| Os novos escrivães estão, na prática, desempregados. Com o final do curso na Acadepol, cessou a bolsa de estudos. Agora, todos estão no limbo e aguardam o ato corajoso da responsável por tal situação. Na solenidade de formatura, realizada à noite do dia 6 de novembro, a governadora Yeda Crusius não informou a data das nomeações. Diz ela que está ajustando as contas. O secretário José Francisco Mallmann, possivelmente alheio à pauta de reivindicação da Ugeirm, vislumbrou o futuro dos novos colegas, que devem se aposentar "depois de 35 anos". O governo sequer pagou o aluguel do salão onde o evento aconteceu. O escárnio fez correr a sacolinha entre os novos escrivães - o sindicato ajudou a custear o valor da locação. |
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| Durante audiência (foto) realizada na manhã desta quarta-feira, dia 7, o presidente da Ugeirm, Isaac Ortiz, entregou representação ao procurador-geral de Justiça, Mauro Renner. O expediente pede apuração de responsabilidade sobre a falta de coletes à prova de balas e providências para se resolver o problema. Oficialmente, a Polícia Civil informa haver apenas 582 coletes em condições de uso. Mais de quatro mil unidades estão vencidas e não há possibilidade de renovação de garantia pelo fabricante. Renner disse que dará encaminhamento à propositura da Ugeirm |
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| Ao longo do dia 6, diretores do sindicato se concentraram na Área Judiciária (foto), no Palácio da Polícia, para dar visibilidade ao primeiro dia de paralisação. A adesão da categoria em todo o Estado foi de praticamente 100%, apesar das investidas para tentar esvaziar o movimento. Nesta quarta-feira, dia 7, a paralisação continua. Pela manhã, também está agendada audiência com o procurador-geral de Justiça, Mauro Renner. O sindicato irá encaminhar representação pedindo providência e apuração de responsabilidades com relação à falta de coletes à prova de balas. |
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