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| O vice-governador Paulo Feijó (DEM) recebeu hoje a pauta de reivindicações dos policiais civis, em ofício encaminhado pela diretoria da Ugeirm. No texto e na exposição de motivos feita verbalmente, destacamos a necessidade imediata do reajuste salarial, aposentadoria, sobreaviso, hora-extra e plano de carreira, e também comentamos sobre a “proposta” apresentada pelo governo e a falta de diálogo sério. Diretores do Servipol também estiveram presentes à reunião, com as mesmas bandeiras |
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| Os policiais civis gaúchos realizam uma grande passeata em defesa da nossa categoria e em solidariedade aos colegas paulistas, que estão em greve desde o dia 16 de setembro. A concentração será a partir de 14 horas, no Palácio da Polícia. Dali os policiais seguirão, com carro de som, até o Palácio Piratini. É uma caminhada pacífica e ordeira. Nossas armas serão apenas verbais. Não aceitaremos provocações e intimidações |
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| Íntegra |
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| A Ugeirm bateu o martelo: vai promover o ajuizamento da ação para o reajuste do vale-refeição para seus filiados. Foi publicado, no dia 31 de outubro, o acórdão da decisão da 1ª Turma do STF – nas linhas esperadas pela banca contratada pelo sindicato. Além do reajuste dos valores, a ação também reivindicará o pagamento do passivo acumulado nos últimos cinco anos. Para tanto, desde já, vamos começar a reunir a documentação necessária |
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| Ação ajuizada pela Ugeirm obriga o governo Yeda a aposentar policiais sem confundir classe com cargo. O desembargador Nelson Antônio Monteiro Pacheco, da 2ª Câmara Cível do TJ/RS, acolheu pedido de execução provisória para obrigar a Secretaria de Administração e Recursos Humanos (SARH) a conceder benefícios de aposentadoria sem a confusão criada pela Procuradoria Geral do Estado (PGE), através do parecer 14.608. No mérito, embora a decisão do TJ/RS já seja favorável aos filiados do sindicato, o Estado apresentou Recurso Extraordinário ao STF, onde o processo se encontra agora. |
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| Mais de 300 agentes se concentraram hoje, dia 6, em frente ao Palácio da Polícia, em Porto Alegre, para marcar o encerramento da nossa paralisação de. No dia 17 de novembro, tem passeata até o Palácio Piratini – com carro de som.Em todo o Estado, nesses três dias de protesto, apesar do decreto autoritário, ameaças e arbitrariedades cometidas por algumas autoridades policiais, a adesão média da categoria foi superior a 90%. Pólos importantes no interior tiveram adesão de 100%, tal como aconteceu na capital. (foto do ato em frente ao Palácio da Polícia). |
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| O governo apresentou hoje, dia 5, propostas durante reunião ocorrida com entidades de classe da Polícia Civil e da Brigada Militar. Essa reunião foi agendada após o início de nossa paralisação, com adesão maciça, apesar do decreto autoritário. As propostas foram apresentadas pelos secretários Aod Cunha (Fazenda), Mateus Bandeira (Gestão e Planejamento), Maria Leonor Carpes (Administração e Recursos Humanos) e Edson Goularte (Segurança Pública) |
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| A adesão no primeiro dia de paralisação, nas 29 regiões policiais, atingiu índice de 85%, conforme levantamento feito pela Ugeirm. Na capital, superou 90%. Diante da desmoralização prática de seu “decrépito”, parece que o governo quer negociar. Para se ter uma idéia, até o Deic e o Denarc pararam. O secretário Aod Cunha, da Fazenda, chamou uma reunião |
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| Yeda Crusius e o coronel Paulo Mendes determinaram o deslocamento de mais de mil brigadianos de diversos grupamentos de Operações Especiais do interior do Estado para Porto Alegre. O objetivo é impedir qualquer manifestação em frente ao Palácio Piratini, porque Mendes assim quer e deseja. O secretário de Segurança Pública, Edson Goularte, durante audiência mantida com o presidente da Ugeirm, Isaac Ortiz, descartou hoje o corte de ponto de quem estiver nas delegacias nos dias 4, 5 e 6 de novembro, ainda que registrando apenas os crimes de maior repercussão |
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| Dá para dar um desconto para o decreto da governadora? Yeda pretende, segundo notícias publicadas hoje, impor o corte automático do ponto de policiais que aderirem à paralisação dos dias 4, 5 e 6 de novembro. Yeda é a lei. Hoje, dia 30, todas as manifestações ouvidas pelo sindicato foram de indignação. Ninguém temia pelo que pode vir a sofrer pessoalmente. Ao contrário, todos seguiam firmes na disposição de registrar apenas as ocorrências de vulto. A dúvida geral era: será que todos têm a mesma disposição que eu, ou serão intimidados pela governadora? |
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