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No dia 5 de agosto, enquanto o Ministério Público Federal ajuizava uma ação de improbidade administrativa contra nove pessoas, entre elas a governadora, Yeda Crusius estava em Canela. Fazendo o quê? Entre outras coisas, “assinando a promoção de centenas de profissionais da Polícia Civil”. Foi o que ela declarou, à noite de quinta-feira, dia 6, em entrevista concedida ao programa Frente a Frente, da TVE. O programa foi reprisado ontem, dia 9. |
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Enquanto o Palácio Piratini pega fogo depois da ação de improbidade administrativa ajuizada pelo MPF, seguiram, nesta semana, as listas de promoção que estavam na Secretaria de Segurança Pública. O processo, oficialmente, está na Casa Civil. O despacho final depende da agenda da governadora, isto é, de que a Subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil realize exame e, principalmente, colha a assinatura de Yeda Crusius para a publicação em Diário Oficial. |
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O Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul anunciou agora pela tarde que impetrou Ação Civil Pública de Improbidade Administrativa contra a governadora Yeda Crusius e mais 8 agentes políticos do estado, entre eles os deputados Frederico Antunes, Luiz Fernando Záchia, José Otávio Germano e o presidente do TCE, João Luiz Vargas. |
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Como já era imaginado, o governo vetou o plano de carreira dos servidores da Susepe que havia sido aprovado pela Assembléia Legislativa. O plano que previa aposentadoria especial e outros avanços para os trabalhadores do sistema prisional do estado, volta agora para a assembléia para discussão sobre o veto. |
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A diretoria da Ugeirm Sindicato esteve na última sexta-feira em visita a DPs da região de Pelotas. Além das delegacia da cidade Pelotas, também esteve na cidade de Jaguarão (foto) conversando com os agentes policiais. Na reunião foram debatidos as mudanças que o governo Yeda pretende fazer na nossa carreira. Entre essas mudanças estão as perdas dos adicionais por tempo de serviço e a implementação da “meritocracia”. |
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Por decisão da diretoria do sindicato e em virtude de problemas criados, o convênio de assistência firmado com a funerária Ângelus foi cancelado. O contrato não tem mais validade a partir de amanhã, 1º de agosto de 2009. Os diretores também decidiram que, a partir desta data, a Ugeirm irá conceder um auxílio financeiro à família do policial falecido no valor de 1 mil reais. |
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O ministro da Justiça, Tarso Genro, encaminhou proposta para aumentar o teto salarial, atualmente fixado em 1,7 mil reais, para policiais pleitearem a bolsa-formação de 400 reais. O incentivo, instituído dentro de ações do Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci), poderá ser extendido para quem tiver salário de até 5 mil reais. A Ugeirm defende a ampliação do teto e aplaude a iniciativa, que agora está sob a análise do Ministério do Planejamento. |
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O decreto decrépito, que cortou até quatro dias do salário de mais de 250 policiais civis em novembro do ano passado, sofreu importante revés. Depois de a Assembleia Legislativa manter o veto da governadora Yeda Crusius à anistia, no dia 12 de março deste ano, a Ugeirm reuniu a documentação de mais de 200 colegas que quiseram ser representados pelo sindicato ainda existem colegas que estão providenciando a documentação necessária. |
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As listas de promoção continuam no gabinete da Chefia de Polícia. O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Pedro Westphalen, ainda não conseguiu agendar audiência de diretores da Ugeirm com o chefe da Casa Civil, José Alberto Wenzel. Ao longo desta semana, também não houve movimentação do expediente, encaminhado pelo secretário Edson Goularte à Secretaria de Fazenda, no qual o sindicato demonstra o aumento do abismo entre o topo e a base da pirâmide salarial na Polícia Civil. A governadora estará “em recesso” na próxima semana. |
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A Conferência Livre da Ugeirm aprovou hoje, dia 23, princípios e diretrizes que deverão ser levadas à Conferência Nacional de Segurança Pública, que acontece em Brasília entre os dias 27 e 30 de agosto. Os princípios são valores, ideias gerais. As diretrizes são traduzidas como ações. O objetivo foi enumerar questões reputadas como fundamentais para melhorar a segurança pública, o que contempla, mas não se restringe, às questões que dizem respeito especificamente à atividade dos policiais civis. |
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